segunda-feira, janeiro 05, 2009

ARTE RUPESTRE NO CONCELHO DE ABRANTES

- Novo núcleo a norte do concelho -
Álvaro Batista *
Ana Cruz **
1 - Introdução
A existência de arte rupestre em Abrantes, até agora conhecida é relativa à
gravação em rochas de granito ou gnaisse de covinhas isoladas ou
agrupadas. São elas, a Norte no interior do território, as da “Pedra
Encavalada” com três covinhas agrupadas e a da “Verjeira” com uma
covinha isolada (BATISTA, Á e GASPAR, F. 2007). Junto ao Tejo a da
“Barca de Rio de Moinhos” (Abrançalha) com um conjunto de cerca de 40
covinhas agrupadas e gravadas em dois penedos (CANDEIAS, J.,
BATISTA, Á e GASPAR, F. 2008 ?), e o conjunto de três covinhas
agrupadas e uma isolada na “Pedreira” (Rio de Moinhos (inédito). No
interior Sul do território perto de S. Facundo um outro conjunto de seis
covinhas (CANDEIAS, J., BATISTA, Á e GASPAR, F. 2008 ?).
Trata-se de uma arte relativamente pobre se comparada à arte rupestre das
bancadas xisto-grauváquicas do Tejo da área de Fratel e Vila Velha de
Ródão (GOMES, V. 1987: 26-43) (1), do seu afluente Ocreza ou à do Zêzere
da aldeia da Barroca (Fundão) (CANINAS J., HENRIQUES F., BATATA
C. e BATISTA Á. 2004: 25 nota 16) ou ás dos conjuntos de gravados do
interior Norte dos concelhos de Pampilhosa da Serra, Sertã e Oleiros
(CANINAS J., HENRIQUES F., BATATA C. e BATISTA Á. 2004) (2).



http://www.cph.ipt.pt/angulo2006/img/07-08/ARTE%20RUPESTRE%20NO%20CONCELHO%20DE%20ABRANTES%201.pdf

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