sexta-feira, dezembro 12, 2008

Encontrado cérebro com 2 mil anos


Arqueólogos da Grã-Bretanha encontraram os restos de um cérebro humano que pode ter mais de 2 mil anos. Se realmente for comprovada a idade do cérebro torna-se o mais antigo já encontrado no país e um dos mais velhos do mundo.

A equipa de cientistas do York Archaeological Trust estava a fazer escavações perto da Universidade de York quando encontrou um crânio que continha uma substância amarela, que exames revelaram ter a forma de um cérebro.

O que intriga os investigadores é que o cérebro humano é formado por um tecido gorduroso que normalmente é absorvido por microorganismos que vivem na terra.

O crânio encontrado não apresentava nenhum tipo de tecido além do cérebro, o que, segundo a arqueologista Sonia O'Connor, é extremamente raro.

Os cientistas vão realizar novos testes para tentar estabelecer a composição do cérebro descoberto e até obter informações sobre o dono do órgão.

O crânio foi encontrado numa área onde já foram encontrados restos de construções datadas do ano 300 a.C., quando ali viviam comunidades agrícolas.

É a segunda vez que os arqueólogos fazem uma grande descoberta no local. No início deste ano, eles encontraram uma cova que tinha o esqueleto de um homem que deve ser uma das primeiras vítimas da tuberculose na Grã-Bretanha.

http://www.tvnet.pt/noticias/detalhes.php?id=37883

Arqueologia em Vila Velha de Ródão





Complexo de Arte Rupestre do Vale do Tejo


Trata-se de um dos mais importantes conjuntos de arte pós-paleolítico da Europa, constituído por mais de 30.000 gravuras dispersas ao longo de 40 Km de ambas as margens do rio Tejo.

As gravuras, executadas na sua quase totalidade por picotagem, datam de um período que medeia entre 6.500 a.c. e 2500 a.c e representam símbolos geométricos, antropomórficos e zoomórficos. Actualmente mais de 50% das gravuras encontram-se submersas pela albufeira da barragem de Fratel, sendo visíveis apenas na área de Perais e a jusante da barragem de Fratel.

ROTEIRO DA ARTE RUPESTRE NO CENTRO INTERIOR
A arte rupestre existente no território que vai de Mação a Foz Côa, vai fazer parte de um roteiro a elaborar por diversas entidades.
O projecto que terá a auto-estrada A-23 (Torres Novas/Guarda) como "espinha dorsal", englobará as Câmaras Municipais de Mação (Distrito de Santarém), Vila Velha de Ródão e Fundão (Castelo Branco), Nisa (Portalegre), Vila Nova de Fo z Côa e Pinhel (Guarda).A "Rota de Arte Rupestre na Beira Interior", como é designada, também envolverá a participação dos Governos Civis dos quatro distritos abrangidos, do IPPAR, do Instituto Português de Arqueologia (IPA) e do Centro Nacional de Arte Rupestre (CNART).




Exposição "Arqueologia de Ródão"


Para que o património arqueológico existente no concelho possa ser observado, a Câmara Municipal tem em funcionamento, nas instalações do Centro Municipal de Cultura e Desenvolvimento, uma exposição acerca da Arqueologia de Ródão.


Trata-se de uma exposição onde um simples olhar permite a descoberta de novos mundos. Uma forma única e diferente de ensinar a nossa História.Ao viajar pelo tempo em que a espécie humana ainda não era uma realidade, o visitante vai observar os sedimentos milenares e seguir o rasto das trilobites.
Os instrumentos de caça bem como as técnicas mais adequadas para a sobrevivência do Homem no plaeolítico são também motivo de observação.
A Arte Rupestre é a tónica da exposição e presenteia todos os curiosos com a beleza dos motivos gravados nas rochas. Podemos contemplar vários utensílios usados na conservação dos produtos provenientes da agricultura, assim como alguns ornamentos femininos.
Não basta olhar, ouvir e tocar. É preciso sentir as marcas deixadas pelos nossos antepassados.


Estação Arqueológica da Foz do Enxarrique



Estação do período paleolítico médio-superior, continua ainda hoje a ser objecto de escavações. Aí foi já descoberto um solo de ocupação humana e uma rica indústria lítica, para além de restos faunísticos de grandes mamíferos como o cavalo, o auroque, o elefante e o veado. Tratava-se provavelmente de um acampamento sazonal e de ocupação temporária.
Está classificada como Monumento de Interesse Público.


Monte do Famaco


Trata-se de uma estação do Paleolítico Inferior, um local de habitat provisório onde foi produzida uma grande quantidade de artefactos líticos.


Vilas Ruivas


Acampamento de caçadores-recolectores do paleolítico médio onde foram descobertas estruturas habitacionais (abrigos), bem como restos de possíveis lareiras. Localiza-se num terraço fluvial, junto à aldeia de Vilas Ruivas.










Mamoa da Charneca das Canas



Localiza-se na região da charneca, junto a Fratel. Aí foi encontrado um rico espólio do paleolítico e neolítico - entre os quais lâminas, machados e enxós, pontas de seta e punhais - que pode ser visto na sala de arqueologia do CMCD.


http://www.cm-vvrodao.pt/principal.php?cont=9&sub=32&letra=p&lg=1

Pré-História de Salvaterra de Magos

Paleolítico

Durante milhares de anos, o Homem viveu com base numa economia de recolecção, caçando, pescando e recolhendo o que a natureza lhe dava.

O paleolítico é o mais antigo e o maior período da história humana. Este é caracterizado por um sistema em que o Homem vivia organizado socialmente em bandos, abrigando-se em cavernas ou em acampamentos ao ar livre.

No concelho de Salvaterra de Magos, devido à sua localização geográfica, com inúmeras linhas de água (Ribeira de Muge, Ribeira do Vale Zebro, Ribeira da Glória e o Paúl de Magos), verifica-se uma ocupação muito intensa, com inúmeros vestígios do paleolítico.

As estações arqueológicas mais importantes no concelho, onde se verifica uma ocupação mais intensa ocorre em Muge e Granho (terraços da Ribeira de Muge), nos Ramalhais, próximo do Paúl de Magos e em vários locais na freguesia da Glória do Ribatejo.

Das investigações realizadas, verifica-se uma ocupação muito intensa e constante, que vai do paleolítico inferior ao paleolítico superior, com produção de inúmeros instrumentos tais como bifaces, unifaces, lascas entre outros instrumentos.

Mesolítico

O termo mesolítico deriva do termo grego "mesos" = no meio e "litíco"= pedra, é portanto o período de transição do paleolítico para o neolítico.

As primeiras estações arqueológicas conhecidas em Portugal, atribuídas ao período do mesolítico, foram descobertas em 1863, por Carlos Ribeiro, e são conhecidas por concheiros.

Os concheiros são sítios de habitat, cuja a principal característica consiste numa concentração invulgar de conchas, originando pequenas colinas artificiais, que se destacam na paisagem.

No concelho de Salvaterra de Magos, foram identificados dois núcleos distintos de concheiros: Ribeira de Muge e Paúl de Magos.

No primeiro local assinala-se os concheiros do Cabeço da Amoreira, Cabeço da Arruda, Moita do Sebastião e Fonte do Padre Pedro, entretanto já destruído para colocação de uma vinha. Em relação ao Paúl de Magos, destaca-se os concheiros da Cova da Onça, Cabeço dos Môrros, Magos de Baixo e Magos de Cima, estes últimos foram destruídos na década de 40, quando se iniciaram os trabalhos de construção da Barragem de Magos.

O denominado Complexo Mesolítico de Muge, que engloba os concheiros de Muge e do Paúl de Magos, constituem uma das mais importantes estações arqueológicas do mesolítico de toda a Europa, todos manuais de qualquer estudante de arqueologia trazem uma referência aos concheiros existentes no Concelho de Salvaterra de Magos, devido ao seu incalculável valor científico.

Desde os finais do séc. XIX, até à actualidade, são inúmeros os trabalhos científicos realizados por académicos ou investigadores sobre os concheiros de Muge .

Actualmente os concheiros Cabeço da Amoreira, Cabeço da Arruda e Moita do Sebastião, foram classificados de Monumento Nacional.

Neolítico

Neste período histórico, verifica-se a sedentarização do Homem, graças à descoberta da agricultura, assiste-se ao abandono de uma vida nómada, em que a economia se baseava na caça e recolecção.

No concelho de Salvaterra de Magos, as estações arqueológicas atribuídas a este período, estão essencialmente localizadas na freguesia de Muge. Esta ocupação deve-se à riqueza dos solos e à necessidade do seu aproveitamento para agricultura.

De entre os vários locais estudados, na freguesia de Muge a ocupação mais intensa ocorre nas ribeiras do Coelheiro e ribeira do Vale de Lobos.

http://www.cm-salvaterrademagos.pt/salvaterra/Concelho/Historia/Prehistoria.htm

arqueo.org — o Portal da Arqueologia Ibérica, sem obscurantismo e religiosidade

http://arqueo.org/

O povoado calcolítico de Vila Nova de São Pedro





Este sítio arqueológico está classificado como Monumento de Interesse Nacional, mas em vergonhoso estado de degradação e abandono.

Localização: Vila Nova de São Pedro está a 22 km de Azambuja, a 7 km em linha recta do Cartaxo e a 14 quilómetros de Santarém. No lugar de Torre de Penalva está o povoado calcolítico denominado “Castro de Vila Nova de S. Pedro”. Localizado num outeiro de cerca de 1oo m de altitude, que a toponímia local designa por “Alto do Castelo”, o Castro tem um alto valor arqueológico e patrimonial.

A localização geo-estratégica deste importante povoado calcolítico conferia-lhe excelente visibilidade e condições naturais de defesa.

A sua riqueza material é de grande valor para a compreensão dos aspectos mais relevantes das sociedades camponesas pré-históricas. Apresenta uma ocupação longa que terminaria num momento indeterminado da Idade do Bronze.

Imponente fortificação do Calcolítico, o sítio de Vila Nova de São Pedro apresenta três linhas de muralhas que traduzem várias fases de ocupação.

O povoamento de Vila Nova de São Pedro localiza-se num outeiro, com cerca de 100 m de altitude, junto á Ribeira de Almoster que desagua no Rio Maior, afluente da margem norte do Tejo.

O curso de água seria a grande via de comunicação dos habitantes do povoado. O facto de Vila Nova de São Pedro se encontrar a meia distância entre o Oceano Atlântico e o Tejo, dar-lhe-ia importância estratégica na rede de povoados calcolíticos estremenhos.


Em cima: Forno de cerâmica em VNSP. Em baixo: localização do forno junto à primeira linha de muralhas.

http://algarvivo.com/arqueo/pix/vnsp-forno-ceramica.jpg




Uma das descobertas mais importantes ocorreu em 1939. À entrada do povoado, encontraram-se depositados no fundo de uma fossa, animais sacrificiais (bovídeos), sobre um dos quais fora colocada grande vasilha de cerâmica, contendo restos de alimentos.







Espólio
Em VNSP foram recolhidos objectos de cerâmica, pontas de seta, utensílios de uso doméstico, tais como facas de sílex e em quartzo, goivas, machados, pesos de tear e raspadores e artigos de culto, placas de xisto e ídolos cilíndricos em calcário. Os objectos aqui encontrados estão expostos no Museu Arqueológico do Convento do Carmo, em Lisboa.

Publicações
Os copos no povoado calcolítico de Vila Nova de São Pedrowww.ipa.min-cultura.pt/pubs/RPA/v6n2/folder/181.pdf. O estudo aprofundado de conjuntos artefactuais como os “copos canelados” de Vila Nova de São Pedro constitui uma crescente necessidade para melhor compreender a formação das novas sociedades agro-metalúrgicas em Portugal.

Recolhidos entre os anos 30 e 60 do século passado, em dezenas de campanhas de escavação, e parcialmente publicados por Afonso do Paço, importa agora analisar estes recipientes cerâmicos de forma exaustiva e numa perspectiva mais actual.

Materiais desde cedo valorizados como indicadores culturais da Idade do Cobre Inicial, caracterizam-se, genericamente, por corpo de forma sub-cilíndrica, oferecendo, por norma, pastas e tratamentos de grande qualidade, mostrando, muitas vezes, motivos decorativos, onde se destacam os canelados e os espinhados.

O trabalho aponta novas interpretações, relacionadas essencialmente com as características, origens e cronologias dos “copos canelados” do povoado de Vila Nova de São Pedro, através de uma análise ao nível formal, técnico e decorativo. Autora: Sónia Duarte Ferreira, Revista portuguesa de arqueologia, ISSN 0874-2782, Vol. 6, Nº. 2, 2003, pp. 181-228


http://algarvivo.com/arqueo/calcolitico/vnsp.html

O fenómeno campaniforme (1)

Profundas transformações sociais
O campaniforme não foi uma «cultura» no sentido arqueológico (e portanto algo restrito) do termo. Foi um fenómeno sem paralelos na Pré-História europeia. Uma realidade única, que passou a chamar-se o fenómeno campaniforme. Depois de descartado o fantasmagórico «povo campaniforme», os arqueólogos puseram-se de acordo que este fenómeno traduz uma profunda transformação política, social e cultural em toda a Europa pré-histórica.

Este é o cerne das conclusões a que chegaram os cientistas do Instituto de Pré-História da Universidade de Freiburgo depois de um intensivo workshop – mas também a opinião de especialistas como João Luís Cardoso, que conheceu o fenómeno de primeira mão durante as escavações do povoado fortificado de Leceia.

Mas antes de entrar no âmago da questão social e cultural, vamos primeiro ver em que aspectos materiais se manifesta «o campaniforme». Vamos analizar a cerâmica que deu o nome a todo este «fenómeno».

Cerâmica de qualidade...
Podemos classificar as peças de cerâmica campaniforme, como propôs David Clarke, de «objectos de luxo», ou de «bens de prestígio» porque, dentro do universo dos artefactos do fim do Neolítico, o estilo campaniforme surpreende-nos por ser uma cerâmica de qualidade com vistosas decorações.

É um estilo inconfundível; mesmo pequenos fragmentos destas cerâmicas permitem aos arqueólogos reconhecer este estilo sem hesitações. ...e os artefactos associados Junto com a cerâmica campaniforme era comum depositar nas sepulturas um set de artefactos. A este conjunto de objectos podiam pertencer um punhal de cobre de lingueta ou belas pontas de seta, ou também anéis decorativos, de ouro – tudo depende da zona.

Em algumas regiões são pontas de seta, de pedra, de forma bem barroca; ou até pontas de seta fabricadas já em cobre, como é o caso das pontas de Palmela. Ou são braçais de arqueiro, que conhecemos em formas variando do rectangular plano ao côncavo; umas simples, outras adornadas com pregos de cobre – ou de ouro.

O túmulo de Fuente Olmedo (Valladolid) continha um punhal de lingueta em cobre, 11 pontes de seta Palmela, um diadema de ouro, um braçal de arqueiro, uma ponta de sílex e vários recipientes cerâmicos. É um dos enterros mais ricos dos campanifor-mes europeus.

O punhal, as pontas de seta e o arco (este substituído pelo braçal de arqueiro) ilus-tram o carácter guerreiro de muitos defuntos; sem dúvida que o militarismo já gozava de forte protagonismo entre os «convertidos» ao campaniforme.

Estes artefactos depositados ao lado das belas cerâmicas campaniformes são sempre objectos excepcionais, de luxo, de prestígio. Em linhas gerais, estes conjuntos funerários ou «pacotes campaniformes» falam-nos da elevada posição social do defunto.


http://algarvivo.com/arqueo/calcolitico/campaniforme.html

ESTAÇÃO ARQUEOLÓGICA DO MONTE DE S. MARTINHO (Período Pré-histórico e Romano)

- I.I.P.
A cerca de 3 quilómetros da cidade de Castelo Branco, num local de aprazível beleza natural, ergue-se um imponente morro de formação quartezítica, com densa vegetação endógena. Do cabeço, avista-se em seu redor toda a planície do Vale do Tejo e, do lado poente, ergue-se a cidade de Castelo Branco. Reza a lenda que as origens de Castelo Branco "jazem" soterradas naquele local. A investigação arqueológica vem dar sustento a estas crenças antigas. Por toda a parte, na base e no morro de S. Martinho, submergem de um passado longínquo vestígios não só da presença romana na região, como também marcas de um passado pré-histórico. Os primeiros vestígios aqui encontrados remontam a um povoado fortificado da Idade do Bronze (castro), pelas muralhas e fragmentos de cerâmica e material lítico (instrumentos em pedra polida) encontrados. Tavares Proença Júnior, ele próprio proprietário do monte e seu perímetro, numa extensão aproximada de 250 hectares, foi o primeiro arqueólogo a interessar-se pelas origens da cidade de Castelo Branco. No Outono de 1903, o conhecido arqueólogo encetou uma série de escavações no local, descobrindo três estelas epigrafadas (ver gravura), da Idade do Bronze. A estela da gravura em granito de grão fino, mede 2,22 metros de altura e 40 centímetros de largura. Pela sua estrutura, esta poderá assemelhar-se a um menir, no entanto, não se deverá confundir com monumentos megalíticos. A gravura gravada na estela representa uma figura humana talvez de um guerreiro de que parecem sair quatro cornos curtos, ou talvez, um capacete adornado com quatro plumas. A figura sustenta um arco e flecha sobre a cabeça. No lado esquerdo do guerreiro temos uma espada e no lado direito, um cinturão e um espelho. O monte de S. Martinho e o Santuário de Nossa Senhora de Mércoles, constituem um rico espaço em recursos arqueológicos, religiosos, ecológicos, rurais, geomorfológicos e visuais. O Monte de S. Martinho está inserido no denominado "Triângulo Arqueológico de Castelo Branco" que engloba a área entre as capelas da Srª de Mércoles, de Stª Ana e o referido monte. O interesse arqueológico do local ficou reforçado pela descoberta de uma barragem romana junto à Capela de Srª de Mércoles, pela existência de uma via romana/medieval e pela abundância de fragmentos cerâmicos e estruturas arquitectónicas do Período Romano. Segundo Jorge Alarcão, da Universidade de Coimbra, talvez esteja soterrada uma cidade romana nesta área. Aquando do alargamento, rectificação e pavimentação da estrada da Srª de Mércoles no ano de 2002, a Câmara Municipal de Castelo Branco procedeu, com a sua equipa de arqueologia, sob direcção científica da arqueóloga Sílvia Moreira, ao acompanhamento da respectiva obra devido ao interesse da área em causa. Nas proximidades da Capela de Santa Ana realizou-se simultaneamente uma escavação de emergência onde se detectou estruturas de uma parte rústica de uma villae, cuja função principal estaria ligada com a actividade agrícola. Neste local foram exumadas peças de interesse arqueológico bastante diversificada e de cronologia desfasada, nomeadamente, um Cristo Maneirista de finais do séc. XVI, em mármore, fracturado nos membros superiores e inferiores.



http://www.cm-castelobranco.pt/patrimonio_2.asp

Huela arqueológica

http://www.diphuelva.es/asp/Arqueologia/pub/huelvaArq.asp#nada

¿Una colonización tartésica en el interfluvio Tajo-Sado durante la Primera Edad del Hierro?

Este artículo analiza las evidencias arqueológicas, toponímicas y onomásticas
documentadas en el centro de Portugal a mediados del I milenio a.C. con objeto de dilucidar si existe una llegada de población tartésica a la zona. Este hecho lo sugiere la existencia de topónimos en -ipo, propios del Sudoeste peninsular; las prácticas funerarias realizadas en la necrópolis de Alcácer do Sal, con claros paralelos en las necrópolis tartésicas de Medellín y la Cruz del Negro; y algunos elementos del registro arqueológico cerámico como los grafitos en escritura paleohispánica y la cerámica gris con decoración bruñida, bien documentados también en Medellín y el Sudoeste de la Península Ibérica.

http://www.ipa.min-cultura.pt/pubs/RPA/v8n2/folder/193-214.pdf

ARQUITECTURA, ESPÓLIO E RITUAIS DE DOIS MONUMENTOS MEGALÍTICOS DA BEIRA INTERIOR: ESTUDO COMPARADO

Arquitectura, espólio e rituais
de dois monumentos megalíticos
da Beira Interior: estudo comparado


RESUMO Apresenta-se estudo comparado de
dois monumentos megalíticos situados no Couto
da Espanhola, na área do Tejo internacional.
Tratam-se de estruturas distintas do ponto de vista
arquitectónico e artefactual. Ambas evidenciam
reutilizações, chegando num dos casos até à Idade
do Bronze. As pesquisas realizadas pela
Associação de Estudos do Alto Tejo, desde 1980,
conduziram à identificação nesta região de um
importante complexo megalítico, constituído
por cerca de 80 sepulturas, menires, recintos e
rochas gravadas com covinhas, que constituirá
futuro objecto de estudo.



http://www.ipa.min-cultura.pt/pubs/TA/folder/16/195.pdf

O povoado proto-histórico da Quinta da Aramenha (Cartaxo)

Autores: Sofía Gabriel Tereso, Sónia Duarte Ferreira
Localización: Revista portuguesa de arqueologia, ISSN 0874-2782, Vol. 10, Nº. 1, 2007 , pags. 179-208

Resumen:
O sítio arqueológico da Quinta da Aramenha, bem implantado em elevação sobranceira aos vales do Tejo e da Azambuja, foi descoberto no âmbito do acompanhamento arqueológico do alargamento da A-1, entre Aveiras de Cima e Santarém, durante a exploração de saibreira que aí se encontrava há já alguns anos. Durante os trabalhos de prospecção e limpeza de corte estratigráfico, foi possível reconhecer uma elevada concentração de espólio arqueológico, tendo sido recolhidos artefactos enquadráveis em diferentes culturas materiais, com especial relevância para as Idades do Bronze e do Ferro. Devido à natureza não destrutiva dos trabalhos realizados, não foram identificados vestígios visíveis de estruturas nem materiais associados à transformação do metal, salientando-se os instrumentos em sílex, os inúmeros fragmentos de cerâmica de construção assim como de vasos e taças de fabrico manual e a torno, testemunhos de uma longa ocupação humana.



http://www.ipa.min-cultura.pt/pubs/RPA/v10n1/folder/179-208.pdf

Al-madan Nº 15

http://www.almadan.publ.pt/15ADENDAXI.pdf

domingo, junho 29, 2008

Amanhã terei tempo

Amanhã terei tempo.

Hoje vagueio ao lado do jardim
Mas não o visito, nem me sento
A contemplá-lo.

Amanhã terei tempo.

Hoje viajo contigo ao lado
Mas não te ouço, não te falo.
Olho-te apenas, apressado.

Amanhã terei tempo.

Hoje adio o encontro marcado
Cancelo o sorriso e o abraço.
Desculpo-me num motivo inventado.

Amanhã terei tempo.

Hoje não saio.
Não posso ver o sol,
e a claridade fere-me o olhar já cansado.

Amanhã terei tempo.

Servo de mim,
escravo do tudo que me tornei,
Agonizo, sem sentido,
Amedrontado do tempo perdido.

Amanhã:
Ainda estarei
Sentado à sombra do jardim ,
Esperando que um raio de sol
Me incendeie o rosto
E sorria, enfim?

terça-feira, abril 11, 2006

Antropomorfos: um desafio a decifrar?


Os antropomorfos são fascinantes. Serão os vivos? Serão os mortos? Serão os mortos-vivos? Terão sido produzidos em momentos de lazer, não tendo qualquer signiicado? Serão símbolos-letras? Terão uma significação sexual (um círculo e um traço!)? E então, quantos mais círculos associados a um traço, melhor? Serão apenas marcas identificadoras de famílias? ou de chefes (sinalizando lugares sagrados? propriedades?)? Mas, bonitos são eles... ou não?

Ajudem-se a decifrar este enigma. Aceitam-se propostas.

segunda-feira, abril 10, 2006

Trabalho de campo

Acabo de chegar do jardim da UTAD.
Conclui uma primeira recolha sobre o ponto da situação ambiental.
A impressão é ... vamos ver e depois comentamos. Há que aguardar.

Primeira vez

Vamos agora começar uma experiência científica:
percorrer os caminhis secretos da UTAD em busca de rastos de um estranho ser em vias de extinção.
Descrição:
cores variadas;
tamanhos irregulaes;
disposição instável;
actividades destrutivas;