sexta-feira, dezembro 12, 2008

¿Una colonización tartésica en el interfluvio Tajo-Sado durante la Primera Edad del Hierro?

Este artículo analiza las evidencias arqueológicas, toponímicas y onomásticas
documentadas en el centro de Portugal a mediados del I milenio a.C. con objeto de dilucidar si existe una llegada de población tartésica a la zona. Este hecho lo sugiere la existencia de topónimos en -ipo, propios del Sudoeste peninsular; las prácticas funerarias realizadas en la necrópolis de Alcácer do Sal, con claros paralelos en las necrópolis tartésicas de Medellín y la Cruz del Negro; y algunos elementos del registro arqueológico cerámico como los grafitos en escritura paleohispánica y la cerámica gris con decoración bruñida, bien documentados también en Medellín y el Sudoeste de la Península Ibérica.

http://www.ipa.min-cultura.pt/pubs/RPA/v8n2/folder/193-214.pdf

ARQUITECTURA, ESPÓLIO E RITUAIS DE DOIS MONUMENTOS MEGALÍTICOS DA BEIRA INTERIOR: ESTUDO COMPARADO

Arquitectura, espólio e rituais
de dois monumentos megalíticos
da Beira Interior: estudo comparado


RESUMO Apresenta-se estudo comparado de
dois monumentos megalíticos situados no Couto
da Espanhola, na área do Tejo internacional.
Tratam-se de estruturas distintas do ponto de vista
arquitectónico e artefactual. Ambas evidenciam
reutilizações, chegando num dos casos até à Idade
do Bronze. As pesquisas realizadas pela
Associação de Estudos do Alto Tejo, desde 1980,
conduziram à identificação nesta região de um
importante complexo megalítico, constituído
por cerca de 80 sepulturas, menires, recintos e
rochas gravadas com covinhas, que constituirá
futuro objecto de estudo.



http://www.ipa.min-cultura.pt/pubs/TA/folder/16/195.pdf

O povoado proto-histórico da Quinta da Aramenha (Cartaxo)

Autores: Sofía Gabriel Tereso, Sónia Duarte Ferreira
Localización: Revista portuguesa de arqueologia, ISSN 0874-2782, Vol. 10, Nº. 1, 2007 , pags. 179-208

Resumen:
O sítio arqueológico da Quinta da Aramenha, bem implantado em elevação sobranceira aos vales do Tejo e da Azambuja, foi descoberto no âmbito do acompanhamento arqueológico do alargamento da A-1, entre Aveiras de Cima e Santarém, durante a exploração de saibreira que aí se encontrava há já alguns anos. Durante os trabalhos de prospecção e limpeza de corte estratigráfico, foi possível reconhecer uma elevada concentração de espólio arqueológico, tendo sido recolhidos artefactos enquadráveis em diferentes culturas materiais, com especial relevância para as Idades do Bronze e do Ferro. Devido à natureza não destrutiva dos trabalhos realizados, não foram identificados vestígios visíveis de estruturas nem materiais associados à transformação do metal, salientando-se os instrumentos em sílex, os inúmeros fragmentos de cerâmica de construção assim como de vasos e taças de fabrico manual e a torno, testemunhos de uma longa ocupação humana.



http://www.ipa.min-cultura.pt/pubs/RPA/v10n1/folder/179-208.pdf

Al-madan Nº 15

http://www.almadan.publ.pt/15ADENDAXI.pdf

domingo, junho 29, 2008

Amanhã terei tempo

Amanhã terei tempo.

Hoje vagueio ao lado do jardim
Mas não o visito, nem me sento
A contemplá-lo.

Amanhã terei tempo.

Hoje viajo contigo ao lado
Mas não te ouço, não te falo.
Olho-te apenas, apressado.

Amanhã terei tempo.

Hoje adio o encontro marcado
Cancelo o sorriso e o abraço.
Desculpo-me num motivo inventado.

Amanhã terei tempo.

Hoje não saio.
Não posso ver o sol,
e a claridade fere-me o olhar já cansado.

Amanhã terei tempo.

Servo de mim,
escravo do tudo que me tornei,
Agonizo, sem sentido,
Amedrontado do tempo perdido.

Amanhã:
Ainda estarei
Sentado à sombra do jardim ,
Esperando que um raio de sol
Me incendeie o rosto
E sorria, enfim?

terça-feira, abril 11, 2006

Antropomorfos: um desafio a decifrar?


Os antropomorfos são fascinantes. Serão os vivos? Serão os mortos? Serão os mortos-vivos? Terão sido produzidos em momentos de lazer, não tendo qualquer signiicado? Serão símbolos-letras? Terão uma significação sexual (um círculo e um traço!)? E então, quantos mais círculos associados a um traço, melhor? Serão apenas marcas identificadoras de famílias? ou de chefes (sinalizando lugares sagrados? propriedades?)? Mas, bonitos são eles... ou não?

Ajudem-se a decifrar este enigma. Aceitam-se propostas.

segunda-feira, abril 10, 2006

Trabalho de campo

Acabo de chegar do jardim da UTAD.
Conclui uma primeira recolha sobre o ponto da situação ambiental.
A impressão é ... vamos ver e depois comentamos. Há que aguardar.

Primeira vez

Vamos agora começar uma experiência científica:
percorrer os caminhis secretos da UTAD em busca de rastos de um estranho ser em vias de extinção.
Descrição:
cores variadas;
tamanhos irregulaes;
disposição instável;
actividades destrutivas;